sábado, 15 de maio de 2010

Sissi e a realeza

Tem coisas das quais não se pode fugir. Em Viena, uma delas é da imperatriz Elizabete, que ficou mundialmente famosa, através do cinema, com a triologia "Sissi, a imperatriz".
Nos quiosques de souvenirs, a imagem dela (dela mesma, não da Rommy Schneider) está estampada em tudo que é coisa: caixinhas de música, de fósforos, camisetas, sacolas, imãs, entre várias outras lembrancinhas. Isso também acontece com Mozart, tanto em Viena, como em Salzburg, onde nasceu o compositor.
A história de Sissi é contada em dois palácios em Viena, onde a imperatriz morou. Em Schönbrunn, a residência de verão dos Habsburgos, é possível visitar os aposentos reais. Não dá para fotografar, mas vale muita a pena pagar para entrar (é, não tinha desconto para jornalista - buá...)
Mas, de fora, a vista também é maravilhosa. O palácio é aquele, lá embaixo. Você pode subir uma pequena colina, onde tem um pavilhão, chamado Gloriete. A vista compensa...
O nome do palácio é devido à fonte de Netuno, que é realmente bonita - Schönbrunn quer dizer fonte bonita. A construção de trás é o pavilhão Gloriete.
 

Já o Hofburg, a residência oficial dos Habsburgos, tem até um museu dedicado à Sissi.
O complexo é tão grande, que nem dá para visitar tudo num só dia. Eu nem tentei, já que é preciso pagar para entrar em cada lugar. A construção é imponente, principalmente à noite.

A escultura abaixo é um detalhe da fachada do edifício, perto da entrada principal.

Fechando a temporada de palácios, pelo menos em Viena, também visitei o Belvedere. Na verdade, são dois palácios, ligados por um bonito jardim.


O Belvedere superior vale a visita. O palácio também é uma galeria que abriga, entre outros, o pintor austríaco Gustav Klimt. Confesso que eu não conhecia direito a obra dele. Amei! Pena que não dava para tirar fotos. O Belvedere abriga uma das obras primas do pintor - O Beijo. Quem tiver curiosidade, coloca lá na busca de imagens do Google. Vale a pena.

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